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"Touro, Halcyon, Beber"

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Filme: “O Touro Enraivecido” (1980): Realizado pela mão suprema de Martin Scor s ese, este filme versa sobre um pugilista, Jake La Motta, cujo temperamento forte e obstinação cerrada lhe trazem tantas vitórias no ringue como lançam a sua vida num espiral auto-destrutiva despoletada por emoções turbulentas. A preto e branco, com momentos arrebatadores em que a violência e o instinto de sobrevivência, acompanhamos os esforços de Jake para se sagrar vencedor nos seus combates, os problemas no casamento e a dificuldades que vê surgirem em todos os aspectos da sua vida. Numa interpretação notável, Robert De Niro teve de treinar arduamente boxe durante um ano e engordar 27 quilos para o papel de Jake La Motta, com o qual venceu o Óscar de Melhor Actor. Com uma banda sonora marcante, “O Touro Enraivecido” dá-nos a conhecer um homem comum, com qualidades e defeitos, num registo muito humano. É considerado por vários críticos do cinema um dos melhores filmes de todos os tempos. ...

Casamentos famosos

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Muitos casamentos se têm destac ado nas últimas décadas pelos mais variados motivos . Em foco estão geralmente detalhes da cerimónia, o vestido da noiva, a recepção aos convidados, entre outros. Apesar d o matrimónio como instituição ter caído num certo descrédito com um aumento exponencial do número de divórcios, o casamento ainda faz sonhar todos os casais que querem ir de encontro ao que deve ser estar na essência d este contrato: o compromisso, a partilha e, claro, o amor. Vejamos quatro exemplos: Johnny Cash desposou June Carter a 1 de Março de 1968 na igreja de Franklin, Kentucky. June usou um vestido azul claro e flores no cabelo da mesma cor. Nas mãos levava um bouquet de rosas vermelhas. Antes desta ocasião, Ca sh já tinha sido casad o uma vez e tinha quatro filhos desta união . Por sua vez, este foi o terceir a ve z que June subiu ao altar e a cantora já tinham dois filhos d os casamentos anteriores.  Ambos premiados cantores de música country, John...

Dualidades

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Coração e cérebro encontram-se amiúde em direcções diametralmente opostas que nos obrigam a pesar os argumentos e metodologia do primeiro face às sensações tão poderosas quanto ilógicas do segundo. É como caminhar com um vaso sobre a cabeça avançando de forma muito precária, numa luta opulenta e infindável pela totalidade, porque não sabemos bem onde devemos ir nem se aguentamos que alguma coisa seja deixada para trás. Podemos falar através de formas diversas: pela oralidade, pelas escrita, pela comunicação gestual, por sinais. Podemos murmurar, entoar, gritar, sussurrar, cantar. Inventamos então um cântico, composto de letra e melodia, como pão e água, osso com carne, tão duais e indivisíveis como um moribundo agonizando no leito. Se não fizermos a cama aos sentimentos e raciocínios que os acompanham, vamos gerar pensamentos descompassados, tão caóticos como furacões que varrem cidades inteiras impunemente. “Demonstrate” é uma canção novinha em folha da cant...