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"Quem sou eu? " de Bhagavan Sri Ramana Maharshi

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  "Quem sou eu eu?" é um conjunto de perguntas e respostas baseado num método de investigação ensinado pelo sábio hindu Bhagavan Sri Ramana Maharshi, por volta de 1902. Maharshi começa por definir o eu pela forma negativa, ou seja, por tudo aquilo que ele não é: não sou o meu corpo físico, os meus sentidos, a minha mente, os meus pensamentos. Qualquer resposta baseada na identidade e memórias do ego não é, para ele, verdade. A solução para Ramama Maharshi é continuar sempre a perguntar "Quem sou eu?" até que o eu revele a sua verdadeira natureza: pura consciência, paz, meditação na bem-aventuraçã e libertação.  Este livro ensinou-me a importância de aquietar a mente, que o mundo e a visão que tenho dele só existem no meu interior e que devo despreender-me do falso ego para procurar a sabedoria da simplicidade, de estar à sombra de uma árvore, metaforicamente, a desfrutar dos seus benefícios numa tarde de sol. 

"Anna Karenina" de Leon Tolstói

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Este é um clássico da literatura universal que já tinha como obra inacabada para ler há largos meses não só porque é um volume grande mas também pela densidade e complexidade dos temas que aborda. Em primeiro lugar, temos o adultério cometido por Anna com o Conde Vronsky pelo qual ela é duramente punida a nível familiar e societal. Os dramas dela, a sua instabilidade mental, a imensa vontade de ser amada sem ter de abdicar do seu filho primogénito (afetivamente chamado Serioja) causam uma fratura na personagem que ela nunca vai acabar por sarar, culminando no seu trágico suicídio na estação de comboios. É de salientar para o Conde Vronsky, um oficial homem, as consequências não são minimamente tão severas como para Anna e continua a fazer a sua vida normal: ir à corridas de cavalos, a jogos, a eleições políticas e a usufruir no geral de boa reputação apesar de estar a viver com uma mulher casada. Anna, por seu turno é ostracizada por todos e só tem o amor de Vronsky em que só apoiar co...

"Prostar festeja em grande os seus 22 anos com um programa "Day & night"

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  co Foi ontem, 4 de Julho que o Ginásio Prostar em Nelas, de que sou frequentadora abriu as portas ao público num dia de modalidades gratuitas, a misturar muito movimento, ligação à comunidade, música, petiscos e muito mais. Pessoalmente fui a quatro aulas: full defense contact, yoga, pilates e zumba e ao concerto dos Suit Guys que encantaram o público com as suas versões de grandes clássicos da música portuguesa e não só. A partir das 22h00 ainda haveria uma caminhada mas o cansaço geral acumulava-se depois de todo o alvoroço daquele tipo e as minhas pernas e estado de energia geral já não aguentavam. No geral, foi um dia muito bem passado. Parabéns à Prostar por 22 anos no concelho de Nelas. Que venham muitos mais!

"Strung, para os caminhantes tudo é caminho & Rosalía"

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  Filme: "Strung" (2026)_ Já há algum tempo que não via um thriller psicológico que me prendesse à cadeira e suscitasse tanto suspense. Realizado por Malcolm D. Lee e protagonizado por Chloe Bailey, Lucien Laviscount , também conta com as atuações de Lynn Whitfield, Anna Diop, Coco Jones and Romy Woods. Depois de ser lançado no American Black Film Festival em 25 de maio de 2026, foi lançado a 26 de junho na plataforma por subscrição Peacock.  A história é intrigante: Laila, uma música, violinista é contratada para ser tutora privada de uma menina, Zuri, que vai ter um recital de piano e usa frequentemente uma máscara Zulu, Ao longo de 119 minutos, muitas voltas e reviravoltas vão acontecer. Prepare-se para ser tomado de assalto. Livro: "Para os caminhantes tudo é caminho" (2025) de José Tolentino Mendonça_ Este é o meu segundo livro desde autor depois do "O é amar um país?" e mais uma vez nos presenteia com a sua escrita tão bela e límpida repleta de metáf...

Quando queremos ser sempre melhores (o meu vídeo do youtube com link embutido)

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  Às vezes queremos estar estar em todos os eventos, ser produtivos ao máximo, mal escutando o nosso corpo se for preciso. Queremos ir a todas, como se diz no vulgo português porque temos medo de perder algo importante (Fear of missing out- FOMO). Numa cultura orientada para a escassez e competitividade cerrada, esta pode ser a venda que nos mantém a todos cegos. Fiz um vídeo sobre isso após ter-me confundido com as datas de uma caminhada e acabar por não ir e sobre essa sensação amíude sufocante que temos de estar sempre no topo dos acontecimentos. Podem conferir aqui:   https://www.youtube.com/watch?v=jZtdvFCLbZA O problema em si não é tentarmos ser melhores todos os dias, esse é uma máxima nobre, a de perseguirmos a excelência e não faltam vídeos a prometer resultados risonhos nos mais variados domínios. O problema é assumir que a nossa vida terá sempre uma trajetória ascendente e nos sentiremos amanhã ainda melhores do que hoje. Porque há dias em que simplesmente o co...

Farmácia Faure realizou mais uma Semana da Saúde

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  Cada vez mais as farmácias estão mais próximas das populações e são mais que um repositório de medicamentos, são um centro de bem-estar, de práticas preventivas que visam promover a saúde desde os mais pequeninos à população mais idosa. Sim, porque a saúde será sempre o bem mais precioso que podemos possuír, acima de tudo o resto. Neste quesito destaco as atividades extraordinárias que mais um ano realizou a minha farmácia, de 11 a 20 de junho. Destas fiz o check up de saúde, a atividade de ritmos latinos com a professora Beatriz Silva (que foi maravilhosa porque adoro dançar) e o rastreio nutricional.  Não fui à caminhada por me ter confudido no dia (pensei que era no domingo) mas sei que muita gente aderiu ao avento e foi um absoluto sucesso. Para o ano há mais, com a farmácia Faure sempre a zelar pela saúde dos seus clientes e a dinamizar este tipo de iniciativas que fazem todo o sentido. 

A arte da vida

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Foto de Math ew Schwartz na Unsplash Na arte da vida Limpamos a ferida De esperar em vão De ser julgado sem coração Na arte da vida Fazemos a cama Mas não arrumamos a cabeça Para que o pior não aconnteça Estarmos sós com a nossa individualidade Com a nossa tristeza e saudade A nossa impotência e incapacidade De criar asas no acimentado chão