"Drenada"

O que te suga? 

O que te consome?

O que te põe em fuga?

Aquilo que não tem nome


Que extrai até ao osso

Faço tudo o que posso

Mas quanto mais me doo

Mais me magoo


O que te tira energia?

Horas perdidas de sono?

Inimiga da sinergia

Puro abandono


Sem Deus e sem brilho no olhar

Me vejo drenada

A tentar aos poucos juntar

Pedaços de que já fui formada




Autorretrato con mono y listón sobre el cuello, 1940
Frida Kahlo, (1907-1954)

© D.R. Banco de México, fiduciario en el Fideicomiso Museos Diego Rivera y Frida Kahlo

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