"A Escola do Bem e do Mal", Thalía the hits e "O erro de Descartes"
Começa um Ano Novo e regressam as minhas sugestões culturais:
Filme: "A Escola do Bem e do Mal" (2022) foi um filme de 147 minutos que vi com a minha sobrinha mais nova, realizado por Paul Feig. A película de fantasia foi baseada num livro do mesmo nome de Soman Chainani, que segue as aventuras de Sophie e Agatha, melhores amigas que são levadas para a Escola do Bem e do Mal.
Gostei do filme pela reflexão que nos permite fazer sobre os contos de fadas e os dualismos que existem em cada um(a) de nós. De destacar também excelentes interpretações como de Charlize Theron, Kerry Washington, Sophia Anne Caruso, Sofia Wylie, Michelle Yeoh e Laurence Fishburne.
Gostei do filme pela reflexão que nos permite fazer sobre os contos de fadas e os dualismos que existem em cada um(a) de nós. De destacar também excelentes interpretações como de Charlize Theron, Kerry Washington, Sophia Anne Caruso, Sofia Wylie, Michelle Yeoh e Laurence Fishburne.
Em suma, aprendemos que a bondade e maldade não são estanques a um edifício e por vezes a amizade é o que nos salva.
Música: Thalía "The hits" (2025) Fiz uma viagem apaixonante pela discografia da artista mexicana, que acompanho desde pequena. Esta é a última colectânea de sucessos do ano passado e contém algumas das minhas músicas favoritas como: "Piel morena", "Seducción", "Entre el mar y una estrella", "No, no, no" (feat. Romeo Santos) e "No me ensenãste".
Livro: "O erro de Descartes" (1994) de António Damásio. Esta obra do brilhante neurologista e neurocientista português refere-se à ideia que ao contrário do que pensava o filósofo René Descartes (1596-1650) a razão (mente) e a emoção (corpo) não estão separadas. O livro inicia-se com o caso de Phineas Gage, trabalhador em ferrovias que num acidente teve uma grava lesão, uma barra de ferro que perfurou o seu lobo frontal esquerdo. Conseguiu sobreviver mas a sua personalidade alterou-se de forma irremediável, tornando-se impulsivo, imponderado e irresponsável. Além disso perdeu a moralidade e a capacidade de prever o futuro.
Damásio conclui que os sentimentos não são inimigos da razão mas sim necessários para tomada de decisões eficazes e comportamento social adaptativo.
O erro de Descartes (Penso, logo existo- Cogito, ergo sum) é pensar que tudo no corpo não está integrado.



Comentários
Enviar um comentário