Casal de esqueletos encontrado em Itália
As ossadas de um casal enterrado de mãos dadas num abraço final foi recentemente descoberto pelos trabalhadores de um palácio italiano em renovação. Pensa-se que o par tenha sido enterrado há 1 500 anos (século V ou VII antes de Cristo) num túmulo conjunto, sensivelmente nos finais do Império Romano.
A cabeça da mulher parece inclinar-se de forma atenta e amorosa para o parceiro. O arqueólogo Donato Labate, director da escavação revela: "Acreditamos que tenham sido enterrados com os rostos virados um para o outro. A posição da vértebra do homem sugere que a cabeça se voltou depois da sua morte". Labate destacou ainda a ternura subjacente à cena que classifica de "muito comovente e rara".
A escavação arqueológica encontrou três camadas de interesse científico, sendo que o casal estava localizado na intermédia. Os arqueólogos acreditam que os dois indivíduos não seriam ricos devido à simplicidade inerente ao túmulo e deveriam viver no campo.
Os esqueletos serão agora estudados pelo antropólogo Giorgio Gruppioni da Universidade de Bolonha que tentará identificar a idade do casal, o seu relacionamento e causas da morte. A antropóloga Kristina Killgrove refere que, ao que tudo indica, o par era marido e mulher "Na antiguidade, casais ou outros membros da família morriam ao mesmo tempo, atacados por epidemias como a Peste Negra que devastou a Europa. Quem tenha enterrado estas pessoas pensou possivelmente que comunicar a sua relação era tão importante na morte como terá sido em vida."
Estes restos mortais são um valioso testemunho histórico e científico e mostram como os gestos de amor se tornaram uma parte importante de tradições e rituais culturais, simbolizando uma união até à eternidade.
A escavação arqueológica encontrou três camadas de interesse científico, sendo que o casal estava localizado na intermédia. Os arqueólogos acreditam que os dois indivíduos não seriam ricos devido à simplicidade inerente ao túmulo e deveriam viver no campo.
Os esqueletos serão agora estudados pelo antropólogo Giorgio Gruppioni da Universidade de Bolonha que tentará identificar a idade do casal, o seu relacionamento e causas da morte. A antropóloga Kristina Killgrove refere que, ao que tudo indica, o par era marido e mulher "Na antiguidade, casais ou outros membros da família morriam ao mesmo tempo, atacados por epidemias como a Peste Negra que devastou a Europa. Quem tenha enterrado estas pessoas pensou possivelmente que comunicar a sua relação era tão importante na morte como terá sido em vida."
Estes restos mortais são um valioso testemunho histórico e científico e mostram como os gestos de amor se tornaram uma parte importante de tradições e rituais culturais, simbolizando uma união até à eternidade.

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